sábado, 27 de setembro de 2014

Moluscos

segunda-feira, 28 de julho de 2014

SUCESSÃO ECOLÓGICA wlmp EDITADO

SUCESSÃO ECOLÓGICA

  Definimos sucessão ecológica como um processo gradativo de colonização de um habitat com mudanças gradativas nas comunidades. 
  Observamos que existem espécies que são as PIONEIRAS de um ecossistema, tendo importância fundamental para a preparação do ambiente a fim de favorecer a chegada de outras formas de vida que as sucedem. 
  Concluímos que existem dois tipos de sucessão ecológica, a sucessão primária e a sucessão secundária.
  Para definirmos a sucessão primária podemos lembrar de certos lugares inóspitos do planeta, por exemplo:
                                                 Lava vulcânica recém- resfriada. 

                                                                Solos rochosos


                                                                 Dunas de areia

  Esses lugares podem ser povoados por espécies pioneiras trazidas pelo vento, chuva, animais e assim por diante. 
  No caso das dunas, por exemplo, pode-se observar a presença de algumas gramíneas que se desenvolvem e aos poucos suas raízes "seguram" a areia e tornam o solo mais estável, além de fornecer um pouco de matéria orgânica para torna-lo mais nutritivo. 



                                                         Gramíneas em solo arenoso

  Não podemos nos esquecer dos liquens (associações mutualísticas entre algas e funfos) que podem se desenvolver sobre rochas de granito. 
  Os liquens desgastam as rochas formando uma superfície mais macia, além de depositar sobre ela a matéria orgânica capaz de deixá-la fértil para desenvolver alguma espécie de vegetal simples, como o musgo. 
 
                                                                           líquen 
  
líquens (manchas azuladas) e musgos (verdes) sobre a rocha 

  É claro que o processo de sucessão ecológica primária é muito lento (milhares de anos) até que a paisagem se transforme. Mas é importante destacar que as espécies mais antigas são sucessivamente substituídas pelas espécies que chegam depois. 
  Já a sucessão secundária ocorre em lugares que já estavam colonizados anteriormente e a comunidade é substituída por outra, através do processo de sucessão.
  Exemplos:
    
campos de plantação abandonados 

florestas desmatadas ou queimadas 

lagos ou rios assoreados 
 Todos esses lugares já desenvolviam alguma forma de vida anterior, e podem se restabelecer através da sucessão secundária. Veja a última figura, por exemplo, o curso d'água invadido pela terra já apresenta um pouco de capim. 
  É possível que uma sucessão ecológica secundária consiga recuperar uma comunidade semelhante a que existia antes da destruição. 
  durante a sucessão o ecossistema se torna mais complexo, com maior quantidade de nichos e, consequentemente, mais espécies.
  As condições ambientais locais são chamadas de MICROCLIMA.
  Quando uma comunidade consegue manter uma regularidade, ou seja, se mantem estável, dizemos que ela está usando sua HOMEOSTASE. Se a homeostase atinge o seu maior grau, dizemos que a comunidade é CLÍMAX - biodiversidade, biomassa e condições microclimáticas constantes.  

domingo, 8 de junho de 2014

FISIOLOGIA ANIMAL

1    Precisamos reconhecer que os seres vivos, de qualquer natureza ou grau de organização, têm necessidades semelhantes quanto a manutenção da vida, relacionada a:
  Alimentação: existem dois tipos fundamentais de alimentos: os energéticos que fornecem energia para as reações químicas vitais e estruturais que garantem o crescimento e reparos do organismo.   
  Oxigênio: os seres aeróbicos usam-no para fazer a oxidação ou queima dos alimentos energéticos, liberando a energia.
  Transporte: alimentos, gases como CO2 e O2, substâncias residuais que sobram dos processos de transformação em geral, devem ser conduzidas por todo o organismo para os locais de uso ou de eliminação. 
  Excreção: substâncias residuais inúteis, e geralmente nocivas, devem ser eliminadas do organismo. 
    Coordenação: as diversas funções desempenhadas pelos seres vivos atuam em conjunto e devem ser ordenadas como um todo.
  
  2    Reprodução: não é uma função vital para a sobrevivência do organismo, mas fundamental para a sobrevivência da espécie.    
  Nos unicelulares, todas as funções são realizadas por uma única célula. Já os pluricelulares apresentam células especializadas que se ajudam na realização de diversas tarefas necessárias. A desvantagem é que, a medida que os seres crescem, as células iniciais vão ficando cada vez mais distantes do meio ambiente que lhes fornece as substâncias essenciais e para o qual são eliminadas as outras indesejáveis. 
  A evolução possibilitou o desenvolvimento de estruturas capazes de realizar tais tarefas. São canais e órgãos que serviram para diminuir essas distâncias, permitindo trocas mais rápida. Entende-se assim, o aparecimento dos sistemas  digestório, respiratório, de transporte, excretor etc., que, em última  análise, são constituídos por tubulações, ramificadas ou não, internas ao organismo pluricelular e fazendo a ligação direta com o meio ambiente.